segunda-feira, 31 de março de 2008
Beleza interior...
HDL = 88mg/dL
LDL = 100mg/dL
VLDL = 30mg/dL
TG = 140 mg/dL
É... depois dos 30 nossos referenciais de beleza mudam ligeiramente. Pra quem não tem idéia, tô mais gatona do que nunca*...
*Sociedade Brasileira de Cardiologia (2001).
A cor do som...
domingo, 30 de março de 2008
Saudoso Paulistano...

Não! Eu não sou do tempo do Bonde em SP. Ele se foi em 68, três anos antes de eu nascer. Mas não canso de ouvir as histórias de família sobre ele pois, sou duas vezes neta de funcionários da antiga Ligth e CMTC. Meus avós, um era fiscal de bonde e outro enfermeiro da companhia. Além disso, nesse fim de mundo que sempre foi Santo Amaro para a cidade, o bonde levou e trouxe minha família para um pouco mais perto de SP. Esta foi a última linha a ser desativada. Minha mãe se recorda do último dia em que ela pegou o bonde do trabalho pra casa. E agora como ando namorando com a fotografia P&B não foi difícil juntar A + B. Me fez refletir como seria bom termos o bonde por aqui como em muitos países ainda o fazem com bastante economia e sustentabilidade. Fiquei triste com as fotos dos acidentes e os problemas delegados a eles. No entanto, nosso trânsito só se tornou mais caótico, mesmo sem eles. Não tenho dúvidas que trata-se de um problema de cidadania e não de bondes... Fernando Portela. BONDE - SAUDOSO PAULISTANO. Editora Terceiro Nome. 2006.
sábado, 29 de março de 2008
Quem somos nós...

What The Bleep do We Know? (William Arntz, Betsy Chasse, Mark Vicente, EUA, 2004). Procuram explicação na Física Quântica e na Biologia Molecular para eventos há muito estudados e bem considerados por Freud e Jung. Alguém já falou sobre o livre arbítrio na filosofia. Sobre o poder do toque e da sutileza das ações na acupuntura e no Doin na Medicina Oriental, mais que milenar. O poder da fé em TODAS as religiões. Buda, Gandhi e Jesus não gastaram todo o seu latim a respeito? E até muita gente, só para pagar o aluguel no final do mês, com os livros de auto ajuda. Mas como levar a sério tudo isso? Darwin, Watson e Crick até começaram a observar o que só teve continuidade tempos depois ao que hoje uma tal de Nutragênica e Nutracêutica chamam de relação do meio ambiente (leia-se nutrientes) com o DNA na determinação do ser. Mas a ciência só pode aceitar o que é pragmaticamente reproduzível, analisado e provado por complicadas equações matemáticas pelos grandes privilegiados da história. Os gênios. Sim, só eles podem nos ditar suas regras. Lamento muito quando percebo esse discurso onipotente entre meus colegas fisiologistas. Já há algum tempo que o mundo sabe onde ficam suas frustrações, saudades e vitórias em seu "espaço corporal" e até qual chazinho ou mantra que possa aliviar as dores. Mas foi só no fim da década de 90 que as ditas Ciências Exatas e Biológicas resolveram levar a sério o que eu ouvia quando era menina alguns mais alternativos dizerem: "fulano somatizou e resolveu as dificuldades financeiras com uma hérnia de disco bem dolorida", "a fé remove montanhas" ou a máxima que eu adoro: "quem planta vento, colhe tempestade". Mas só fizeram isso porque não conseguiam mais explicações ou soluções pra tudo que aparecia na clínica médica e, seus remedinhos, perfeitos nos laboratórios, simplesmente não surtiam o efeito mágico sobre os pobres mortais, que adoravam a outros deuses que não os da ciência. Não vou negar que meu conceito de deus tem uma influência brutal da minha formação científica mas afinal tenho lá minha formação religiosa nas veias também. Então, espero não chegar a desenvolver certo grau de arrogância e achar que é essa a verdade de que o mundo precisa e de que trata-se de um paradigma indiscutível, o que me parece uma constante da ciência ao longo da história, como um próprio cientista cita no início do filme. Também sugerem que, afinal, cada um de nós é um deus que constrói suas próprias leis e dinâmicas! Estou começando a me achar repetitiva, mas acredito piamente que precisamos, sim, rever muitos de nossos paradigmas. A esse respeito adorei o livro: O imperador do Olfato de Chandler Burr, da Cia. das Letras de 2006. Então... podíamos pensar em como usar esse potencial em vez de tentar descobrir o que ele significa...
quinta-feira, 27 de março de 2008
Chor der Universität Wien...
Já havia declarado o dia como péssimo depois de ouvir uma história horrorosa da moça que trabalha aqui na casa da minha mãe que foi despejada, literalmente, de sua casa com seus quatro filhos por um oficial de justiça sem aviso prévio. Estamos num país de merda mesmo, onde o que vale é o tamanho do maço de dinheiro que se despeja na mesa de uma juíza incompetente o suficiente pra não ler o processo antes de sair deliberando sobre o caso. Sem aviso prévio? A cada expiração me convenço que a raça humana não tem mais jeito, os genes da escória são mais velozes na multiplicação pra phoder os que estão afim de viver em paz. E eu? Sim desisti. Estou elaborando a primeira filha da puta trangênica da história. Há alguns meses coletei uns genes de uma figura que superou todas as demais... xá comigo. Mas como ainda não fiz o enxerto dos malditos, me lembrei que hoje eu tinha ingressos para o Teatro do Humboldt. Adoro aquele momento anterior, o da afinação. A sensação que tenho é que deveria estar lá no meio. Afinando. Programação imperdível com o Coral Feminino da Universidade de Viena aqui na porta de casa, com a regência do simpático Maestro Vijay Upadhyaya que arranhou um espanhol entre seu deutsch timbrado. Por algumas horas esqueci que o mundo está lotado de baratas saindo pelos bueiros pra comer da comida alheia. Nunca pensei assim, mas estou começando a achar que talvez seja mesmo mais produtivo conhecer mais intimamente o velho continente. Mesmo quando terminaram a apresentação com uma homenagem ao público com uma Aquarela do Brasil quase sem sotaque (!), a beleza da canção não me iludiu sobre nossas mazelas. Obrigada às austríacas que me deram este delicado presente ao final do dia. Nos encontramos em Wien!
Foto da foto...
Rimos muito, perguntamos muito, aprendemos mais ainda e, principalmente, fotografamos muito! Encerramos com fotos no viveiro do Ibirapuera. Um lugar bucólico que me fez pensar estar quilómetros longe da cidade. A foto de cima é da Gaby que adora tirar fotos de fotógrafos desajeitados! O que será que o Sit vai dizer dessas aí de baixo...


domingo, 23 de março de 2008
Na Páscoa: Chocolate...

Já assisti milhões de vezes, mas não acredito que haja filme mais apropriado para um final de domingo de Páscoa feliz: Chocolat (Lasse Hallström, EUA, 2000). Com a linda Juliette Binoche e o, digamos, bunitão Johnny Depp. Os ventos do norte também andam soprando por aqui... Deixe-me adivinhar o seu preferido!
quarta-feira, 19 de março de 2008
sábado, 15 de março de 2008
sexta-feira, 14 de março de 2008
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