quinta-feira, 18 de março de 2010

Souvenirs de ma vie...

 
O que mais tenho saudades não é do que vivemos ou de quem éramos, mas sim do que compartilhávamos. De nossa cumplicidade. Nossas idéias. A lógica hermeticamente desenvolvida só por nós. Absurdamente diferente dos que julgávamos terem ficado pra trás. Revolucionária. Num único olhar reconhecíamos uma crítica. Num sorriso, captávamos o raciocínio. Zombávamos do mundo. E sofríamos por tanta exoticidade. Hoje somos cúmplices apenas de nós mesmos. Cada um com suas certezas e verdades. E não entendemos como cada qual ficou tão careta. Num caminho melhor da solidão. Nosso olhar não se cruza mais. Tão pouco nosso sorriso. Mas naquele tempo. Ah! Naquele tempo...

quarta-feira, 17 de março de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

Arroz doce...

Foto: Gaby, mas a receita é da mãe dela. Muitoooo booom! E tenta maginar o resto!

terça-feira, 9 de março de 2010

Quem é bizarro?

 
Curti bastante ver os Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver, que foram televisionados. Não consigo ver uma nota sobre os Jogos Paraolímpicos. O discurso batido de superação de limites seria muito mais cabível. Mas o padrão de beleza pra televisão não suporta gente de verdade.

Foto do Grupo Vancouver 2010 do Facebook

segunda-feira, 8 de março de 2010

Xô! Baixo astral...

 

Meu primeiro presente de aniversário para começar a botar pra quebrar. Até que a Rita tava comportadinha. Mesmo assim, teve muito rock and roll. E a cia, claro, não podia ser melhor.


Pra continuar o presente, que também foi bem compartilhado, à luz de velas no Bendita Hora, um proseco do Venetto. Afinal, it's my last thirties...

sábado, 6 de março de 2010

Mais inferno astral...

 
Adoro ler e adoro filmes. Mas pior que ganhar um livro de auto-ajuda é ganhar um DVD pirata. Me dê uma caixa de lenço.

quinta-feira, 4 de março de 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

TPM...

 
Nunca tive problemas com a TPM. Quer dizer, nunca tive problemas filosóficos em ter TPM. Faz parte da minha existência. Da existência feminina. Como o territorialismo, do universo masculino. Cabe à porção gente reconsiderá-la e fazer disso algo ao menos próximo do que julgamos útil. No começo a irritação me fazia sentir a inferioridade que os olhares mais perspicazes nos insinuam a sentir. Com o tempo, aprendi a usar minha irritação tepeêmica para descobrir intenções ocultas, desejos sublimados, malícia recalcada. Uma mãe sempre acolhe às cólicas e humor deprimido da sua cria, porque sabe que é condição passageira de pedido de colo. Só um afago tira a friagem. Um verdadeiro cavalheiro jamais usará isso contra nós. Uma verdadeira amiga jamais enfiará o dedo em nosso útero prestes a ferir-se. Em TPM estamos como na gravidez. Em TPM provamos do hormônio do LSD. Os poros se abrem. As pupilas aumentam. Os ouvidos tuberculam. As papilas se inundam. E o nariz fareja a quilômetros. Em TPM percebemos o mundo com uma lente de aumento. Cuidado. Em TPM podemos ver você por dentro.

segunda-feira, 1 de março de 2010

 
Acabo de tentar acessar o site de doação de medula (www.ameo.org.br) pra ver se meu cadastro já está lá e me deparei com uma invasão de hakers. Uma mensagem, certamente escrita por um adolescente bem bobinho, está lá no lugar da página de um programa sério e vital para alguns. Não consigo nem sentir raiva desses pobres, porque pra chegar a esse ponto, são passíveis de dó. Auto afirmação é mesmo uma característica dos mais perdidos. Então, mostrar as habilidades que ele julga ter e serem acima da média da população faz com que o pobre se sinta o super homem... Sorry guys. Seriam super heróis de verdade, e com bom humor, se tivessem feito algo do gênero em prol de alguma coisa que fizesse a diferença para alguém. Vaidade não conta. Todos mortais a tem. E de sobra.
Então se meu blog sumir daqui, já sabem... crianças brincando de fazer xixi no quintal de quem está tentando manter o mundo de pé.