Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Teatro Municipal...




Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Mais preguiça...

Então só vou postar, de novo, fotos! Claro, de São Paulo. Esse é Mosteiro do destemido São Bento. Abriga obras de arte que já fazem dele um incrível museu. Há uma réplica, por exemplo, da Pietà de Michelangelo. Foi todo restaurado para a última visita do Papa. Mas não é permitido fotos no interior. Então, tive que me contentar com o que deu.

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Adivinha?


As minhas duas vedetes do centro de SP. Martinelli e...


BANESPA.

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Ainda São Paulo...


Centro Cultual Banco do Brasil.


Domingo, 5 de Julho de 2009

Só São Paulo...


Solar da Marquesa de Santos.

Sábado, 4 de Julho de 2009

Mais de São Paulo...


Uma voltinha nos arredores do Pátio do Colégio.


Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Fazendo turismo...


Em março, ganhei de presente de aniversário de uma amiga querida, o Turista Aprendiz (Mário de Andrade. Itatiaia, 2002). Tava meio preguiçosa e com muita coisa na fila. Só comecei a leitura agora. O prefácio já é um mega petisco. Que inveja verde dessa viagem. Ele passou três meses de 1927 em roteiro pelo Peru, Bolívia, Norte e Nordeste em comitiva, na companhia da dama do café, Olívia Guedes Penteado, e mais duas senhorinhas (entre elas a filha de Tarsila do Amaral), pra voltar com idéias em ebulição para completar o Modernismo made in Brazil. Macunaíma deve ter nascido por aí. Ainda exibe suas qualidades como fotógrafo, registrando as brasilidades encantado com os recursos fotográficos da época. Ele simplesmente fez o que me coçou durante minha ida à Belém: "viagens pelo Amazonas até o Peru, pelo Madeira até a Bolívia e por Marajó até dizer chega". No Pará, me provocou: "(...) provamos o açaí (...) tomar banho de água doce em quase pleno mar (...) Menu: Camorim. Pato com tucupi. Leitão com farinha d'água. Compota de bacuri, creme de abacate, e o sorvete de murici que tem gosto de queijo parmesão ralado com açúcar. E frutas, frutas (...) Em Belém o calorão dilata os esqueletos e meu corpo ficou extamente do tamanho de minha alma (...) Gosma de rã jaguaretê-cunaguaru dá felicidade pra caça e pesca (...) Nesta noite provei sorvete de graviola. Esquisito... a graviola tem gosto de graviola mesmo, isso é incontestável, mas não é um sabor perfeitamente independente. É antes uma imagem, uma metáfora, uma síntese apressada. É a imagem de todas essas ervas, frutas condimentares, que, insistindo são profundamente enjoativas. Não chega a ser ruim, mas irrita. Aliás, o guaraná daqui, pelo menos o que eu provei, tem um gosto vazio, fica-se na mesma (...)." Também me deu um pouco da esquizofrenia literária, que eu tanto gosto: "Aliás, também em SP, nas minhas solidões procuradas de que eu gosto tanto (...) sempre tudo se enche de mim, de gente, de seres (...) são sempre ou personagens que eu invento pra ter casos pacíficos e felizes com eles, ou são meus companheiros de vida, meus amigos. Mas são sempre amigos melhores que meus amigos de carne e osso, os mesmo nomes e nos corpos mas melhorados por mim (...) O que eu sinto, ou o que eu faço é enquanto estou escrevendo, e até lendo, é ter o quarto habitado, em geral um, raro dois amigos, que estão ali, juro que estão, lendo por cima dos meus ombros o que escrevo (...) É tão bom (...) eu nunca me sinto deserto e provando o gosto sáfaro da solidão que quando estou numa sala cheia de pessoas, mesmo sendo todas amigas. É indiscutível: eu gosto muito mais dos meus amigos quando eles estão longe de mim." Quando crescer, quero saber viajar que nem ele...

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Sou mesmo e daí...


Dizer que sou politicamente correta costuma ser motivo de chacota entre meus conhecidos descolados. Passando por uma situação destas, em que eu era a única do "tipo", me lembrei de uma história bizarra que me subverteu as conexões sinápticas da memória longínqua. Vai saber por que eu lembro deste tipo de coisa. O caso se deu na biblioteca da faculdade, no meu primeiro ano de USP, no fim da década de 80. Um veterano notou minha chateação quando não encontrei um livro que eu precisava para uma prova na semana seguinte. Um daqueles livros de auto-ajuda acadêmica. Cheio de regras e esquemas. Conteúdo mesmo que é bom... Mas era o dito que constava na referência da minha avaliação. E como meu colega era um cara gentil, educado, até meio mauricinho pro meu gosto, mas enfim, um sujeito que pelos corredores da facul eu chamaria de interessado, me ofereceu o livro dele. Que sorte a minha. Um altruísta no meu dia! Mas havia um senão. Oi? É. Você não pode ler ele por aí. Como assim por aí? Eu corria o risco de ser solicitada a devolver o livro. Ele havia sido "achado". Me entende? E foi o que aconteceu. Durante minha leitura na sala de aula, outro colega, cara simples, do tipo durango, morador do CRUSP, comia no bandejão, bolsista após as aulas pra ajudar com a grana, me fez a pergunta constrangedora. Em milésimos o livro, meio mofado comprado em um sebo, mudou de mãos. Ele sumiu do vestiário de sobre minhas coisas. Alguém da minha turma, não foi? Recuperei seu livro, não me faz responder isso. Na data combinada pra devolução ainda levei um pito por ser trouxa e perder uma descolada dessas. Passei quatro anos tentando ler o caráter de meus colegas de universidade. Eu tinha só 17 anos.

Domingo, 14 de Junho de 2009

Facilidades da vida moderna...


É mais facil dar as costas do que dar a mão.

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Para o chá da tarde...

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Mais uma peninha...


Acabo de ganhar mais uma peninha no meu cocar de guia de programa de índio (como minha família classifica meus gostos por aventuras e diversão). Ontem fiz 4 das 6h de estrada no breu da noite. O mundo apareceu pra mim com aquela fotografia espetáculo. Depois do pôr do sol, o azul do céu ficou lúcido com o contorno fogo das montanhas, que me pareceu um abajur gigante da red light street. É que eu sofro de uma maldição em que minha visão se reduz a míseros nada, sem a luz do sol. Mas ontem a Fernão Dias foi também Fernão Noites. Com os pedágios, a estrada apareceu toda pintadinha. High Hills? Não. Minhas montanhas intrasponíveis costumam ser um pouco mais abstratas.
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Pra variar me perdi em Belo Horizonte. Mas dessa vez foi um perdido de dar dó. Fiquei triste porque acho que estou esquecendo a cidade. Devo é estar tentando esquecer outra coisa de lá. Não me lembro o que é. Freud deve explicar.

Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Tá chegando...


Domingo, 31 de Maio de 2009

La vie en rose...

Sábado, 30 de Maio de 2009

Mr.Magali...


Ele comeu mesmo tudo isso. Deve ser genético. Minha mãe, grávida da minha irmã, uma vez passou mal de tanto comer melancia com o pai dele, que quase parou no hospital de "congestão". É sempre uma briga pra conseguir comer um pedacinho a mais quando a família tá toda reunida... inhame..inhame..

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Depois da Tempestade...


Sempre tem um por de sol.

Terça-feira, 19 de Maio de 2009

Cantinhos de SP...


No domingo passado estive na Catedral da Sé. Que eu ainda não conhecia. Considerando que, a contar do marco zero que consta bem no meio da Praça da Sé, minha casa fica a quase 40km de lá e mais o todo o trânsito ao longo do caminho, isso é bem compreensível. Mas não é desculpa. Aos domingos tudo fica mais tranquilo. Pelo menos um pouco. Então é possível andar por SP com uma relativa calma, sem o estresse que lhe é peculiar. O local foi escolhido no Séc XVI, pelo Cacique Tibiriçá, para se erguer a primeira igreja da cidade que em 1745 ganhou o estatus de catedral. Em 1914 iniciou-se a construção que temos hoje em estilo gótico modificado e só terminou na década de 50. A maior igreja de SP e um dos cinco maiores templos góticos do mundo (lá cabem 8 mil pessoas!). Tudo muito austero. E imenso. Como deve ser o gótico. Qualquer um se sente um nada dentro de um espaço mega gicante destes. Quero voltar lá pra conhecer a cripta, pois há obras de artes e parece que o próprio espaço já é uma bela obra de arte.

Entrada para a Cripta

Domingo, 3 de Maio de 2009


Esta semana depois de ver uma propaganda exaltando a praticidade, a modernidade e mega a rapidez de um fazedor de sucos, lembrei de um aqui em casa que está às moscas. Hipnotizada pelas qualidades insuperáveis do negócio, logo pensei, que desperdício esse troço largado aí sendo que eu adoro sucos naturais. Então lá fui eu fazer, em menos de 5 minutos, um sucão delicioso, saudável, fresquinho. E tcharan... Passei duas horas limpando uma centrífuga com uma peneira cheia de buraquinhos delicados e pecinhas pentelhas. Essa parte não aparecia na propaganda. O suco até me deu azia.

Domingo, 26 de Abril de 2009

Mon petit plutois préféré...

Algumas coisas não tem preço! Só falta mais uma! Da-lhe gambazão gorducho e velhaco!

Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Questão de acessibilidade...


Em 2007, levei a sexagenária aqui de casa pra tomar a vacida da gripe no posto de saúde da Pampulha, em Belo Horizonte, onde eu morava na época. Um lugar super organizado, limpo e agradável. Tão diferente de tantos outros que é comum vermos pelos noticiários. Durante a pequena espera, notei um aviso escrito manualmente em cartolina rosa. Dava algumas explicações sobre a vacina. Coisas como apenas os idosos terem direito à dose gratuita e ainda, que não se pega gripe tomando a vacina já que o virus usado está "atenuado" e "fragmentado". Como usavam o termo técnico, pra completar essa última explicação, diziam: "...ou seja, morto e picado!" Depois de rirmos muito com a explicação engraçada, consegui ver o quanto é importante um agente de saúde que trabalha diretamente com o público absolutamente leigo deve ser paciente e didático. Provavelmente em outro lugar diriam apenas que entendem do negócio e que temos simplesmente que aceitar a ordem das coisas. Acho que daí é que nascem as lendas urbanas. Nossa sexagenária nunca mais reclamou de tomar a vacina. Também não acredita mais que fica gripada porque toma a tal vacina, afinal o bicho tá mortinho e picadinho. Direitinho.

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Easter Codfish...


Todo mundo já sabe da animação da minha grande e barulhenta família ítalo-caipira, com direito a agregados da mesma espécie. E também que minha irmã arrumou uma família murrugo-italinana do mesmo calibre que, com a mesma sorte, traz agregados que só aumentam o barulho. Animada, boa de garfo e com receitas de família tão boas quanto as nossas. Então, só pra manter a tradição das famílias, na Páscoa teve o Bacalhau do Meu Cunhado, que já recebeu esse apelido mas que na verdade são de dois tipos. Um Às Natas e outro Ao Brás. Uma saladinha e também uma boa pasta, pros mais enjoadinhos, completaram o menu com o vinho português do Seu Zé, que foi "amplamente" apreciado por uma das agregadas movida à etanol. Conseguem imaginar a bagunça? Então, a Nega, pra mostrar "celvisso", serviu o arroz branco feito pelo marido nas forminhas lindíssimas da tuppeware ($). Uma arte só. Mas pra falar a verdade, acho que era pra controlar o consumo per capita mesmo (!#$%¨&*). Ou vai ver, só marketing ($). Mas tava tudo muito bunito e bão mesmo.

Mas arte pra valer é com essa turma aí.

Bom, daí no domingo teve churrasco no Embu e o Giba tirou o escorpião da porta do cofre que ele tem embaixo do colchão. Serviu a cachaça cearense tipo exportação pras primas pinguças lumbriguentas. Só regulou mesmo os charutos cubanos... Tô achando que ele serviu foi mesmo uma Velho Barreiro na garrafa da Ypioca, só pra tirar onda com a gente!

O limão é o Siciliano, que ele plantou lá. A Caninha adora.

Até a lagarta ficou espantadona!