A minha Joaninha, upload feito originalmente por silmaraluz.Tem uma história de que não se deve correr atrás das joaninhas porque elas fogem da gente. Nunca, nunca uma apareceu pra mim. E olha que eu sempre procurei. Já até bloguei aqui a da Bruna, que ela achou num dia que eu tanto procurei. Nesta semana, depois da feira, a minha apareceu na cozinha aqui de casa. Linda. Sem eu fazer qualquer força. Acho que veio junto às vagens. Fotografei um monte. Um filme quase inteiro. Depois ela se foi. Não sei pra onde. Agora tenho a minha que ganhei de presente. Oba!






de Corpus Christi, fugi de ir a missa com a Candinha e fui com minha amiga Silvia, do BEA, até Itapecerica da Serra ver os tapetes de serragem pelas ruas da paróquia. Os mineiros trouxeram essa tradição pra cá. Levantam bem antes do sol e armam as figuras bíblicas pelo
asfalto. Só que aqui, a procissão acontece bem no fim da tarde. Assim, pela primeira vez consegui ver tudo lindo e colorido pelo chão. Não ocupam toda a via e são numa extensão bem menor, mas representam uma arte delicada que provavelmente não vai durar muito. Em muito
boa compania, d
imagina aqui tão perto de São Paulo, as galinhas d'angola gritavam em coro: "Tô fracoooo". Na volta, ainda paramos na Casa do Mel, onde achei o de Jataí e de abelhas indígenas do Maranhão. Límpidos e azedinhos. Do jeito que eu gosto. Foi um dia deliciosamente slow que terminou com o Speed Racer...













desenhou especialmente para o evento (um beijo pra vocês!!). Bom, o que eu fui fazer lá?
dá pra ir construindo um léxico gustativo só nosso. Brasileiro até a raíz. Que foi perdido em algum canto da nossa história. É a educação do gosto. Paladar em riste, estamos aptos a virar consumidor afiado pra tudo isso. Que não tem contra indicação. Só gostosura saudável, limpa e justa. 



